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QUEM
MATOU PAPAI?
A Sátira do
Film Noir |
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Para comemorar os 10 anos do grupo, os The Virgens Again trazem novamente aos palcos o primeiro espetáculo produzido pelo grupo: “Quem Matou Papai? – A Sátira do Film Noir”, com direção de João Luiz Fiani. Esta comédia conta a história de um detetive que precisa descobrir quem cometeu o assassinato de seu pai. Para isso, utilizam os elementos que caracterizam o “film noir” (filme escuro), popularizado pelo cinema americano.
Todos os elementos do "film noir" podem ser vistos na peça: o detetive durão, a "femme fatale", o contraste claro/escuro.
Vídeos são projetados em uma tela de 12 m2, satirizando a linguagem de diretores renomados, entre eles Alfred Hitchcock e Martin Scorsese.
O espetáculo conta com a antológica cena em que os “suspeitos” do assassinato querem “provar” que mataram o papai e um final surpreendente. Pela quinta vez, o grupo conta com a direção de João Luiz Fiani, que iniciou uma série de trabalhos com o grupo depois do sucesso de “A Menina que Queria ser Drag Queen”,
de Karyn Schwarz. |
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O FILM NOIR : |
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Até a década
de 20 do século passado, as histórias detetivescas mostravam esses
profissionais como calmos e cultos homens fumando cachimbo, enquanto
que por um raciocínio brilhante, concluíam que Lord Charles fora
assassinado na biblioteca da mansão de Ms. Christie por ninguém
menos que... o MORDOMO. Eram histórias interessantes, mas que nada
tinham a ver com a realidade dos detetives que existiam nas ruas.
Diante deste quadro nada verossímil, um detetive de verdade
resolveu escrever uma história que passasse ao leitor as experiências
mais duras e nem tão aristocráticas pela qual tinha de passar um
detetive para solucionar seus casos. O nome do autor era Dashiel
Hammet, e seu livro, "O Falcão Maltês". O livro
influenciou vários escritores, e alguns mais ilustres, elevaram as
histórias policiais à mais alta galeria da literatura deste século,
como por exemplo, Raymond Chandler.
O cinema, depois de passar por uma fase repleta de filmes sobre
gangsters, resolveu mudar o estilo de seus filmes policiais, tendo
como base essa literatura e inclusive transcrevendo vários desses
livros para a grande tela.
Assim, nas décadas de 40 e 50, surgiu no cinema americano um gênero
cinematográfico, em que as histórias eram centradas em mistérios
insolúveis e utilizavam técnicas oriundas do cinema expressionista
alemão, cujos representantes imigraram para os EUA durante a
Segunda Guerra Mundial.
O detetive durão, o reflexo na rua molhada, a "femme
fatale", o contraste claro/escuro, são características
facilmente reconhecíveis nesse gênero que os críticos franceses
batizaram de "film noir" (filme escuro). No film noir,
todos estão decaídos. Nem o próprio detetive acredita na
honestidade de sua causa, transitando sempre entre seus ricos
clientes e a mais baixa escória criminosa, tratando todos com a
mesma arrogância.
Com a montagem da comédia "Quem Matou Papai?", fazemos
uma sátira a essas histórias numa atmosfera em Preto e Branco, com
muito humor. O Detetive Filho investiga vários suspeitos para
descobrir Quem Matou Papai. |
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em
QUEM
MATOU PAPAI?
A Sátira do
Film Noir
direção
João Luiz Fiani
Comédia
esteve em cartaz no
Teatro
Lala Schneider
de
09 de abril até 30 de maio de 2004
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ELENCO:
Fábio Ribeiro– “Às Vezes da Silva Filho”
Jefferson de Mello – “Às Vezes da Silva Júnior” e
“Gostosão/Papai”
Karyn Schwarz –“Mariete” e “Fátima”
Marino Jr – “Igor”
Evelaine Litz – “Vilma”, “Bensamone” e “Dom
Corneone”
Samantha Silva – “Cristina”
Carolina Sens – “Mary Christmas”
Mike Schinda – “Policial”, “Vendedor de Jornais” e
“Macaco”
EQUIPE DE CRIAÇÃO:
Texto: Jefferson de Mello e Leonardo Goulart
Direção: João Luiz Fiani
Direção de Arte, Figurinos e Adereços: Karyn Schwarz
Iluminação: João Luiz Fiani
Cenários: Samantha Silva
Coreografia: Karyn Schwarz
Sonoplastia: Karyn Schwarz
Concepção Geral: The Virgens Again
EQUIPE DE PRODUÇÃO:
Produtor: Fábio Ribeiro
Produtor Executivo: Jefferson de Mello
EQUIPE TÉCNICA:
Operação de Som e Vídeo: Edemon Luiz de Souza
Operação de Luz: Glaudiane Krul
Contra-regras: Mike Schinda e Cido Pereira
Costureiras: Isvaldete Matias e Rose Mary Matias
VÍDEOS:
Criação, Direção, Roteiros e Edição: Jefferson de Mello
Câmera: Fábio Ribeiro e Jefferson de Mello
Produção das Filmagens: The Virgens Again e
Schwarz &
Mello
Cast: Fábio Ribeiro, Jefferson de Mello, Karyn Schwarz,
Marino Jr, Samantha Silva, Evelaine Litz, Carolina Sens, Mike
Schinda, Rafaela Litz Habib, “Maguila”, Alunos do “Núcleo de
Profissionalização Teatral” da Fundação Teatro Lala Schneider.
Voz Narração Final: João Luiz Fiani
Vozes dos E.T.s : Jefferson de Mello
OUTROS:
Design Gráfico Cartaz: Fábio Ribeiro
Idéia original do Cartaz: Karyn Schwarz
Design Gráfico Programa: Karyn Schwarz e Jefferson de Mello
Tratamento de Imagens do Cartaz: Fábio Ribeiro e Jefferson de Mello
Fotos Material Gráfico: Manoel Guimarães
Voz do “Dom Corneone”: Jefferson de Mello
Voz da “Psiquiatra”: Karyn Schwarz
AGRADECIMENTOS:
GLENDA U., CHICO NOGUEIRA,
FERNANDO SEVERO, ANA MARIA DA ROCHA,
NEWILE SCHWARZ, ANA MARIA SCHWARZ, MÁRCIO LUZ, MARCO
NOVACK, THAMIS BARRETO, GUILHERME SCHWARZ, LAISA SCHWARZ, LUCIA
MARIA LITZ, VALMIR LITZ, CIDO PEREIRA, ANDRÉA SAROBA, GIOVANI, SÔNIA
BACILLA, CARLA BERGONSE. |
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Incentivo e Apoio:
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